MP pede reabertura de ação contra vice-prefeito acusado de ofensa racista a segurança do Palmeiras

O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) solicitou à justiça a reabertura de uma ação civil e penal contra o vice-prefeito de uma cidade paulista, acusado de fazer uma ofensa racista a um segurança durante um jogo do Palmeiras. O pedido tem o objetivo de que o caso seja novamente analisado e responsabilizado na esfera judicial.

O que o MP solicitou

O Ministério Público pediu que a Justiça determine a reabertura da ação civil pública e da ação penal relacionadas ao caso, com base na legislação que trata de discriminação e racismo. O pedido formal inclui a análise de provas e testemunhos já apresentados, além de eventual produção de novas evidências.

Segundo o MP, a ofensa proferida configura conduta discriminatória, sujeita às sanções civis e penais previstas na legislação contra práticas discriminatórias.


Como ocorreu o fato relatado

A acusação se refere a um episódio em que o vice-prefeito teria dirigido uma ofensa de natureza racista a um segurança durante uma partida de futebol envolvendo o Palmeiras. O caso foi noticiado em 2025 e passou por fase inicial de investigação. A reabertura da ação é uma tentativa do MP de assegurar que todas as circunstâncias sejam analisadas e que haja eventual responsabilização.

Posicionamento das partes envolvidas

Até o momento do pedido de reabertura, o vice-prefeito e seus representantes legais não se pronunciaram oficialmente sobre o novo pedido feito pelo Ministério Público. Também não houve manifestação pública registrada pela administração municipal a respeito do andamento do processo ou da decisão judicial sobre o pedido de reabertura.

Possíveis desdobramentos do caso

Com o pedido de reabertura das ações, a Justiça pode reexaminar provas, coletar novos depoimentos e definir se haverá julgamento civil e criminal sobre o episódio. Caso o processo seja reaberto, isso pode levar a sanções administrativas, civis ou penais, dependendo da avaliação judicial sobre a conduta atribuída ao vice-prefeito.

O andamento será acompanhado pelo Ministério Público, que tem papel de fiscalizar o cumprimento da lei e proteger direitos fundamentais, inclusive contra discriminação.