2026 chegou com uma enxurrada de oportunidades: editais federais, estaduais e municipais em praticamente todas as áreas, com mais de 100 mil vagas previstas ao longo do ano. Só que, na prática, esse cenário expõe uma diferença importante: enquanto alguns tratam o estudo como projeto de longo prazo, outros continuam funcionando só no impulso do próximo edital.
O primeiro sinal de que seu estudo não é de longo prazo é não ter um plano minimamente estruturado: você decide o que estudar “no feeling” do dia, sem uma macrometa para 2026 e sem uma visão de quais concursos/áreas realmente quer atacar. Quem anda assim até estuda bastante em alguns dias, mas não constrói consistência e não sabe dizer qual é o foco da própria preparação.
O segundo sinal é viver de teoria e abandonar revisão e questões. Revisar em ciclos (24h, 7 dias, 30 dias) e resolver questões com frequência é justamente o que transforma estudo em memória de longo prazo; sem isso, cada capítulo vira uma “novidade” eterna, e você está sempre recomeçando.
Por fim, o terceiro sinal é jogar fora qualquer estratégia assim que aparece um edital “mais atraente”: muda-se a área, mudam as matérias, e a sensação de estar sempre atrasado só aumenta.
Em um ano tão cheio de concursos, quem realmente se destaca não é quem faz o maior número de provas, mas quem escolhe um eixo, constrói base e ajusta a rota sem destruir o que já foi feito.





































































