O **governo federal definiu a meta de contratar 1 milhão de novas unidades do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) em 2026, anunciou o secretário Nacional de Habitação, Augusto Rabelo, nesta terça-feira (20), durante evento em São Paulo. A meta integra o objetivo mais amplo de alcançar um total de 3 milhões de moradias contratadas ao longo do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Objetivo e contexto da meta para 2026
A meta de 1 milhão de novos contratos em 2026 é considerada ambiciosa pelo governo, embora factível diante da atual dinâmica do mercado habitacional e da demanda por moradia popular, segundo Rabelo. O número representa o que falta para a gestão alcançar o plano maior de 3 milhões de unidades contratadas entre 2023 e 2026.
Historicamente, o Minha Casa, Minha Vida tem registrado crescimento nas contratações desde sua retomada pelo atual governo, com mais de 1,15 milhão de moradias contratadas nos últimos dois anos — e a projeção é chegar ainda mais longe até o fim do ciclo de 2026.
Onde a maior parte dos contratos deve vir
De acordo com o governo, a maior parte das novas contratações previstas para este ano deve vir das linhas não subsidiadas de financiamento habitacional, que correspondem à maioria dos contratos. A expectativa é de que cerca de 850 mil novos contratos sejam fechados nessa categoria, impulsionando o crescimento anual em torno de 25 % em relação a 2025.
Além disso, embora as faixas mais baixas do programa — voltadas para famílias de menor renda — continuem como motor de crescimento, as faixas intermediárias e mais elevadas também tendem a ganhar participação ao longo do ano, consolidando um ritmo mais amplo de contratação.
Importância da meta dentro do programa habitacional
O Minha Casa, Minha Vida é uma das principais políticas habitacionais do país e tem papel relevante tanto na redução do déficit habitacional quanto na geração de empregos e estímulo à construção civil. Dados oficiais mostram que, desde a retomada do programa, ** milhões de contratos foram firmados**, com forte participação de famílias de baixa renda e jovens adultos buscando o sonho da casa própria.
O avanço contínuo das contratações é visto como estratégico não apenas para atender às necessidades de moradia, mas também para impulsionar setores correlatos, como construção e crédito imobiliário, em um momento em que políticas de financiamento e estímulo habitacional ganham destaque na agenda econômica.






































































