O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), utilizado como referência para reajustes de contratos e aluguéis no Brasil, registrou aceleração na segunda prévia de janeiro, avançando 0,44%, após alta de 0,14% em dezembro, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quarta-feira em boletim divulgado em São Paulo.
Resultados pelos componentes do índice
O avanço do IGP-M foi observado em todas as suas principais componentes. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-M) registrou variação maior, passando de 0,12% para 0,45% entre as leituras.
Paralelamente, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC-M) acelerou de 0,18% para 0,36%, e o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-M) subiu de 0,22% para 0,57%, contribuindo para a pressão disseminada sobre os preços na economia.
Pressões nos preços e impacto econômico
A aceleração nas três componentes do IGP-M indica um cenário de pressão inflacionária mais ampla no início do ano, refletindo aumentos tanto nos custos de produção quanto nos preços ao consumidor e nos custos de construção. Esses movimentos podem ter impacto direto sobre reajustes de contratos que utilizam o IGP-M como referência, como aluguéis e tarifas reajustáveis.
O que significa para contratos e mercados
O resultado mais elevado na segunda prévia de janeiro em comparação com dezembro pode influenciar expectativas de inflação e decisões sobre reajustes contratuais nos próximos meses. O IGP-M é frequentemente observado por mercados e agentes econômicos como um indicador antecipado da tendência de preços na economia, especialmente em setores ligados ao custo da construção e produção.
Próximas leituras do índice
Embora esta segunda prévia mostre aceleração, os dados finais de janeiro ainda serão divulgados posteriormente, podendo confirmar ou ajustar a tendência dos preços observada nos primeiros dias do mês.






































































