Uma servidora pública do Hospital Regional do Gama, no Distrito Federal, afirmou estar sendo alvo de ameaças e perseguições depois de relatar irregularidades na escala de trabalho do setor de patologia clínica, segundo relatos divulgados nesta quarta‑feira de manhã.
Denúncias sobre irregularidades nas escalas
A profissional disse que, ao assumir temporariamente a chefia de sua área, identificou desiquilíbrio na distribuição de horários, com poucos funcionários atuando durante o dia e maior número em plantões noturnos, o que gerava pagamento de adicionais de 20 % por hora trabalhada nessas jornadas extras.
Após formalizar as denúncias internamente, seu nome foi exposto em publicações de sindicatos ligados à categoria, e ela passou a relatar retaliações no ambiente de trabalho e ameaças à sua integridade.
Ação iniciada pela servidora
Diante da situação, a servidora procurou a Corregedoria da Secretaria de Saúde do Distrito Federal para abrir um processo disciplinar para apurar os fatos e resguardar seus direitos e os de outros profissionais do hospital.
Posicionamento da Secretaria de Saúde
A Secretaria de Saúde informou que as escalas de trabalho no hospital seguem normas obrigatórias, com foco na segurança de pacientes e profissionais, sem entrar em detalhes sobre a denúncia ou sobre eventuais medidas administrativas relativas às alegações de ameaças e exposição de servidores.
Contexto de gestão hospitalar no DF
O caso ocorre em um momento em que hospitais públicos e terceirizados no Distrito Federal enfrentam críticas por condições de trabalho e organização operacional, com relatos de sobrecarga de equipes e falta de estrutura em várias unidades, o que tem motivado reclamações de profissionais da saúde nos últimos meses.




































































