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3 sinais de que seu estudo não é de longo prazo (mesmo com muitos concursos em 2026)

2026 chegou com uma enxurrada de oportunidades: editais federais, estaduais e municipais em praticamente todas as áreas, com mais de 100 mil vagas previstas ao longo do ano. Só que, na prática, esse cenário expõe uma diferença importante: enquanto alguns tratam o estudo como projeto de longo prazo, outros continuam funcionando só no impulso do próximo edital.

O primeiro sinal de que seu estudo não é de longo prazo é não ter um plano minimamente estruturado: você decide o que estudar “no feeling” do dia, sem uma macrometa para 2026 e sem uma visão de quais concursos/áreas realmente quer atacar. Quem anda assim até estuda bastante em alguns dias, mas não constrói consistência e não sabe dizer qual é o foco da própria preparação.

O segundo sinal é viver de teoria e abandonar revisão e questões. Revisar em ciclos (24h, 7 dias, 30 dias) e resolver questões com frequência é justamente o que transforma estudo em memória de longo prazo; sem isso, cada capítulo vira uma “novidade” eterna, e você está sempre recomeçando.


Por fim, o terceiro sinal é jogar fora qualquer estratégia assim que aparece um edital “mais atraente”: muda-se a área, mudam as matérias, e a sensação de estar sempre atrasado só aumenta.

Em um ano tão cheio de concursos, quem realmente se destaca não é quem faz o maior número de provas, mas quem escolhe um eixo, constrói base e ajusta a rota sem destruir o que já foi feito.

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Isadora Perdigão é Auditora Federal de Controle Externo no TCU e referência nacional em concursos públicos. Já aprovada e nomeada em certames como CGU, PF, AGU, SLU/DF, Codevasf e TCE/MG, é mentora de centenas de concurseiros e reconhecida por sua abordagem estratégica e prática. No RaniNewsTV, assina a coluna “Missão Aprovação”, reunindo dicas, análises e bastidores do mundo dos concursos.