Mano Júnior, nome artístico de Manoel Pinheiro de Oliveira Júnior, foi um cantor brasileiro de música sertaneja que ganhou destaque nacional após aparecer no Domingão do Faustão no final da década de 1990 e teve sua morte lembrada em 24 de janeiro de 2026, 28 anos depois de falecer precocemente.
Ascensão no Domingão do Faustão
Natural de Brasília, Mano Júnior chamou a atenção do público e da produção do programa depois de levar um cartaz pedindo uma chance para cantar no palco do dominical apresentado por Fausto Silva (Faustão). Sua participação marcou o início de uma carreira que chegou a incluir apresentações frequentes no programa e a gravação de músicas que foram tocadas nas rádios daquele período.
Após sua estreia em televisão, ele conseguiu emplacar a canção “Jura”, composição do grupo Cheio da Terra, cantada por ele e que chegou às paradas de sucesso naquele período. Mano assinou contrato com uma gravadora, lançou álbuns e chegou a dividir o palco com artistas reconhecidos, consolidando sua breve trajetória na música sertaneja.
Morte precoce em 2008
Mano Júnior foi encontrado morto em 24 de janeiro de 2008, aos 29 anos, em um quarto de hotel em Ceilândia (Distrito Federal). A polícia que atendeu a ocorrência não identificou sinais de violência no local, e a investigação inicial indicou que sua morte ocorreu por causas naturais — o quarto estava trancado por dentro e sem indícios de agressão física.
Na época, familiares relataram que ele havia saído de casa para cumprir compromissos, mas não havia informado o destino, o que deixou parentes e amigos apreensivos quando ele não retornou e foi posteriormente encontrado sem vida.
Legado e lembranças
Apesar da carreira curta, Mano Júnior é lembrado por sua trajetória singular — de levar um cartaz à televisão a se tornar um nome conhecido nas tardes de domingo em um dos programas de maior audiência do país na época. Sua história frequenta retrospectivas sobre artistas que passaram rapidamente pelos palcos e pela mídia, mas deixaram uma marca na memória de parte do público que acompanhou aquele período da televisão brasileira.
A lembrança de sua morte precoce, agora relembrada quase três décadas depois, serve para contextualizar a efemeridade de carreiras artísticas e a maneira como programas de auditório nas décadas de 1990 e 2000 podiam impulsionar talentos de origens humildes ao cenário nacional.





































































