A saída de Marcos Braz do Remo, anunciada neste domingo, surpreendeu o cenário do futebol brasileiro. O dirigente havia conseguido recolocar o clube paraense na primeira divisão após 31 anos, mas decidiu deixar o cargo às vésperas do Brasileirão de 2026.
Segundo o jornalista Jorge Nicola, Braz optou pela saída em razão de conflitos internos. “Quero contar que o Braz decidiu sair do Remo por conta de uma série de problemas com o presidente do clube, Antônio Carlos Teixeira. Recentemente, o Tonhão efetivou Manezinho Ribeiro como diretor de futebol. Isso causou uma enorme polêmica interna. Marcos Braz ficou muito incomodado e acabou optando por sair do Remo”, explicou.
Especulação sobre o São Paulo
Logo após o anúncio, surgiram rumores de que Braz teria pedido demissão para assumir o cargo de diretor de futebol do São Paulo, em substituição a Rui Costa. A especulação ganhou força em Belém e nas redes sociais, mas foi prontamente desmentida. Nicola relatou: “Consultei pessoas próximas ao novo presidente do São Paulo, Harry Macis, que asseguraram que não existe nenhuma possibilidade de o Braz ser contratado. Rui Costa permanece”.
O São Paulo vive um momento de grande reformulação. Nos últimos dias, o presidente Júlio Casares renunciou, Márcio Carlo Magno pediu demissão, Muricy Ramalho deixou o cargo e Milton Cruz corre risco de saída. Para Nicola, esse processo é natural: “As pessoas da confiança do presidente Júlio Casares estão deixando o clube”.
Situação financeira
Outro ponto destacado é o salário de Braz no Remo, que girava em torno de R$ 250 mil por mês, valor considerado elevado para os padrões do futebol paraense.
A saída do dirigente abre espaço para novas especulações sobre seu futuro, mas, ao menos por enquanto, o São Paulo descarta qualquer possibilidade de contratação.




































































