O Palmeiras anunciou que seu departamento jurídico está avaliando ações após o grupo Fictor, patrocinador da camisa do clube, entrar com um pedido de recuperação judicial em São Paulo, movimento que pode ter impacto no contrato de patrocínio.
Pedido de recuperação judicial do patrocinador
O Grupo Fictor, empresa que patrocina a camisa do Palmeiras e colabora com valores fixos e variáveis ao clube no contrato de patrocínio, protocolou um pedido de recuperação judicial no Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, após enfrentar uma crise de liquidez e dificuldades financeiras que incluem dívidas estimadas em cerca de R$ 4 bilhões.
A recuperação judicial é um recurso legal que permite ao grupo negociar dívidas e suspender execuções por um período inicial, com o objetivo de reorganizar operações e dar continuidade às atividades da empresa de forma sustentável.
Posicionamento do Palmeiras
O Palmeiras informou que tomou conhecimento do pedido de recuperação judicial pela imprensa e que, por isso, seu departamento jurídico já está analisando o caso para adotar as medidas cabíveis em relação ao contrato de patrocínio com o grupo.
A diretoria do clube ainda deve acompanhar as próximas etapas do processo e eventuais desdobramentos legais, avalizando possíveis ajustes no acordo ou ações de proteção dos interesses do clube caso a situação da patrocinadora tenha impacto direto nas receitas pactuadas.
Contrato de patrocínio com o clube
O acordo entre o Palmeiras e o Fictor foi firmado em março de 2025, com investimento anual significativo e visibilidade nas camisas do time, abrangendo também categorias de base e direitos relacionados a iniciativas de naming rights de competições sub-17.
O contrato foi visto como uma importante fonte de receita para o clube, e a situação da empresa por meio do pedido de recuperação judicial agora requer avaliação cuidadosa da diretoria e assessoria jurídica, com vistas a garantir que o acordo seja cumprido ou ajustado conforme necessário.
Encerramento
O pedido de recuperação judicial do grupo Fictor — patrocinador majoritário do Palmeiras — colocou o clube em posição de acompanhar judicialmente as próximas etapas do processo, avaliando com seu jurídico quais ações podem ser adotadas para resguardar os interesses financeiros e contratuais da instituição, especialmente em um momento em que parcerias comerciais têm grande relevância no orçamento dos clubes.




































































