Michelle não vai apoiar Ibaneis para o Senado Federal, diz presidente nacional do PL
Valdemar afirma que PL não aceita Ibaneis na chapa; partido pode lançar Michelle Bolsonaro e Bia Kicis ou apoiar Sebastião Coelho
O presidente nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar da Costa Neto, afirmou nesta terça-feira (11 de fevereiro de 2026) que Michelle Bolsonaro não apoiará a candidatura de Ibaneis Rocha ao Senado Federal pelo Distrito Federal.
A declaração foi feita durante entrevista ao programa Em Ponto, da GloboNews. Segundo Valdemar, a posição é categórica e não há possibilidade de composição envolvendo o atual governador do DF dentro da estrutura do partido.
“O PL não quer, Michelle não quer e não aceita Ibaneis na chapa para o Senado”, afirmou o dirigente.
Senado é prioridade estratégica do PL em 2026
O PL trata o Senado Federal como eixo central de sua estratégia eleitoral para 2026. A meta da legenda é ampliar sua bancada e fortalecer sua atuação institucional em votações estruturais, indicações e pautas constitucionais.
No Distrito Federal, duas vagas estarão em disputa. Dentro desse cenário, o partido trabalha com dois caminhos principais:
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Lançamento de Michelle Bolsonaro e Bia Kicis como candidatas ao Senado;
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Em outro cenário, apoio ao nome de Sebastião Coelho.
O que está fora de cogitação, segundo a direção nacional da legenda, é a inclusão de Ibaneis na chapa do PL.
Ibaneis é filiado ao MDB
Ibaneis Rocha é filiado ao MDB, partido tradicional no Distrito Federal e com forte presença na política local. Apesar disso, o PL sinaliza que pretende seguir com estratégia própria e alinhada ao seu projeto nacional.
A declaração pública de Valdemar da Costa Neto reorganiza o cenário pré-eleitoral no DF e antecipa uma disputa acirrada pelas duas vagas ao Senado.
Impacto político no Distrito Federal
A exclusão de Ibaneis do projeto liberal delimita alianças e indica que o PL buscará protagonismo direto na eleição majoritária do DF. Com Michelle Bolsonaro no centro das articulações, a legenda reforça sua identidade política e consolida a estratégia de fortalecimento no Senado Federal.
A movimentação deve influenciar negociações partidárias nos próximos meses e pode redefinir blocos políticos na capital do país.






































































