Casa de tio de Suzane von Richthofen é invadida após sua morte e bens são levados

Imóvel de médico tio de Suzane von Richthofen é alvo de invasão e roubo após sua morte

A residência de Miguel Abdalla Netto, médico e tio da figura pública Suzane von Richthofen, foi invadida e teve diversos bens levados dias após o médico ser encontrado morto no interior da própria casa, no bairro Campo Belo, na zona sul de São Paulo. O caso foi registrado na 27ª Delegacia de Polícia do Campo Belo, e as autoridades passaram a investigar o furto ocorrido no imóvel após o falecimento do dono da casa.

Miguel, que residia na mansão e tinha patrimônio milionário, foi encontrado morto no início de janeiro de 2026. A Polícia Civil ainda apura a causa da morte e também os detalhes da invasão registrada no imóvel poucos dias depois, conforme boletim de ocorrência.


O que foi levado da casa

Testemunhas que notaram movimentação estranha no imóvel após a morte do médico chamaram a família e a polícia. Ao verificar, foi constatado que a porta blindada havia sido arrombada, e dos cômodos foram levados:


  • Bolsa com dinheiro e documentos, sem quantia específica informada publicamente;

  • Móveis, incluindo um sofá e uma poltrona;

  • Uma máquina de lavar roupas;

  • Possivelmente outros itens de valor pessoal ou doméstico sem identificação oficial até o momento.

A investigação policial segue buscando identificar os responsáveis pela invasão e o destino dos itens levados.


Contexto do caso e da família

O médico Miguel Abdalla Netto era proprietário de um imóvel de alto padrão no bairro de Campo Belo, além de outros bens, e deixou herança considerada significativa. Ele não deixou testamento, o que tem provocado discussões sobre a divisão do patrimônio entre familiares. Sua sobrinha, Suzane von Richthofen, e outros parentes podem vir a disputar os bens na justiça civil, uma vez que não houve documento formal que definisse herdeiros.

Após sua morte, também houve questionamentos sobre quem poderia administrar ou receber partes da herança, como a prima Carmen Silvia Gonzalez Magnani, que estava próxima ao médico e teve participação nas tratativas iniciais após o óbito.


Polícia investiga circunstâncias da invasão e do óbito

A Polícia Civil de São Paulo investiga o furto à residência, aguardando laudos periciais para esclarecer o que aconteceu no imóvel após a morte de Miguel, bem como tenta apurar se há relação entre a morte e a invasão — embora, até agora, não haja confirmação de ligação direta entre os dois eventos.

As autoridades solicitam perícia no local e buscam identificar eventuais imagens ou testemunhas que ajudem a esclarecer quem foi responsável pelo arrombamento e pelo furto dos bens.