A Mulher morta pelo filho na Asa Norte em Brasília DF, foi identificada como uma servidora pública aposentada, descrita por vizinhos como uma pessoa discreta e dedicada à família. Empreendedora, administrava um espaço da Herbalife no Polo de Modas, Guará (DF). O crime ocorreu em um bloco da SQN (Superquadra Norte), onde ela morava com o filho, um jovem de 24 anos que, segundo informações preliminares, enfrentava transtornos psiquiátricos severos.
Dinâmica do Crime
De acordo com as investigações da 2ª Delegacia de Polícia (Asa Norte):
- O Ataque: Vizinhos relataram ter ouvido gritos e pedidos de socorro vindos do apartamento durante a madrugada. A polícia foi acionada, mas ao chegar ao local, a vítima já estava sem vida, apresentando múltiplas perfurações de faca.
- A Prisão: O filho foi encontrado no local do crime, em estado de choque e confusão mental. Ele não ofereceu resistência à prisão e foi levado sob custódia para avaliação médica e posterior depoimento.
- Histórico: Familiares relataram que a convivência era marcada por episódios de instabilidade do jovem, mas que a mãe sempre buscou tratamento e evitava a internação compulsória do filho.
Contexto da Saúde Mental
O caso reascende o debate sobre o suporte a famílias que lidam com pacientes em surto psicótico. A defesa do jovem deve alegar inimputabilidade (quando a pessoa não tem consciência do crime devido a doença mental), mas a PCDF ainda aguarda laudos periciais e psiquiátricos oficiais.
Repercussão na Asa Norte
A vizinhança, composta majoritariamente por idosos e servidores públicos, demonstrou consternação.
“Ela era uma pessoa muito doce, vivia para cuidar dele. É uma tragédia que destrói dois destinos de uma vez só”, relatou uma vizinha de bloco à reportagem.
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