A Justiça do Distrito Federal (DF) decidiu manter a prisão preventiva de um homem suspeito de matar e desfigurar um professor durante audiência de custódia realizada na manhã desta quarta-feira (7). A medida foi adotada como forma de garantir a ordem pública e evitar riscos à segurança da sociedade diante da gravidade dos fatos.
O suspeito, identificado como Guilherme Silva Teixeira, de 24 anos, foi preso em flagrante pela Polícia Civil na segunda-feira (5) em Sobradinho II, após o corpo do professor João Emmanuel Ribeiro Gonçalves de Moura Carvalho, de 32 anos, ter sido encontrado no domingo (4) próximo a uma parada de ônibus. A Justiça converteu a prisão em flagrante em prisão preventiva durante a audiência.
Circunstâncias do crime
Conforme apurado nas investigações, o acusado teria agredido a vítima com socos e chutes, incluindo pisoteamento na cabeça, o que resultou em lesões que causaram a morte do professor. Testemunhas e autoridades policiais detalharam que o crime ocorreu de forma violenta e sem provocação aparente, o que motivou a prisão imediata do suspeito e a manutenção da medida cautelar.
O juiz responsável pela audiência ressaltou a gravidade concreta do ato e a necessidade da prisão preventiva para proteger a ordem pública, considerando que o crime atribuído ao suspeito possui pena privativa de liberdade elevada e indicativos de periculosidade.
Posicionamento das autoridades
A Polícia Civil do DF conduziu a apuração e coletou elementos que apontam para a autoria do crime, incluindo relatos de confissão do acusado ao ser detido. A prisão preventiva visa também evitar a reiteração delitiva e trazer segurança jurídica ao processo penal que se inicia.
A defesa do suspeito havia solicitado liberdade provisória durante a audiência, mas o pedido foi rejeitado devido ao risco apontado pelas circunstâncias do crime e à gravidade das lesões causadas à vítima.
Repercussão e próximos passos
Com a decisão de manter a prisão, o processo criminal seguirá com as fases de coleta de provas, depoimentos e análise pelo Ministério Público e pela Justiça. A prisão preventiva deve permanecer até que fatos adicionais sobre o caso sejam devidamente esclarecidos no curso do processo legal.


























































