Palmeiras consolida recorde e fecha 2025 com arrecadação de R$ 1,7 bilhão; veja comparação histórica
O Palmeiras encerrou 2025 com aproximadamente R$ 1,7 bilhão em receita bruta total (operacional + financeira), consolidando o maior faturamento da história do clube. O valor supera com ampla margem os R$ 1,2 bilhão arrecadados em 2024.
O balanço final ainda será divulgado oficialmente, mas até novembro o clube acumulava superávit de R$ 282 milhões, e a tendência é fechar o exercício com resultado positivo expressivo.

Crescimento acelerado desde 2022
Desde o início da gestão de Leila Pereira, em 2022, o clube praticamente dobrou sua arrecadação anual.
📊 Evolução das receitas recentes:
- 2022: R$ 856 milhões
- 2024: R$ 1,2 bilhão
- 2025: R$ 1,7 bilhão (recorde histórico)
Nos últimos dez anos, o crescimento foi praticamente contínuo. As únicas exceções ocorreram em 2020 e 2021, impactados pela pandemia de Covid-19.
- 2019: R$ 641 milhões
- 2020: R$ 558 milhões
- 2021: R$ 992 milhões (valores inflados por premiações recebidas posteriormente, como títulos da Copa do Brasil e Libertadores)
A curva demonstra profissionalização administrativa e aumento relevante das receitas estruturais do clube.
Venda de jogadores representa um terço da receita
Dos R$ 1,7 bilhão registrados em 2025, cerca de R$ 600 milhões vieram da negociação de atletas — aproximadamente um terço do total arrecadado.
O modelo de negócios do Palmeiras segue fortemente apoiado na formação, valorização e venda estratégica de jogadores.
Projeção para 2026
Para 2026, o clube projeta:
- Arrecadação total: R$ 1,2 bilhão
- Receita com transferências: R$ 399,6 milhões
- Superávit previsto: R$ 11,2 milhões
Mesmo com previsão de queda no volume total em relação a 2025, a estratégia permanece conservadora e baseada em equilíbrio fiscal.
Análise: modelo sustentável ou dependência de transferências?
O desempenho financeiro do Palmeiras indica três pilares claros:
- Performance esportiva consistente
- Gestão administrativa disciplinada
- Forte geração de receitas com venda de atletas
O desafio para os próximos anos será ampliar receitas recorrentes (direitos de TV, patrocínios e matchday no Allianz Parque) e reduzir a dependência do mercado de transferências, mantendo competitividade esportiva e saúde financeira.






































































