Um **estudo recente divulgado por veículos de mercado indica que a maior parte do impacto econômico do chamado tarifaço imposto pelo governo dos Estados Unidos sob o comando de Donald Trump acabou repercutindo principalmente nos consumidores americanos, e não em exportadores estrangeiros, como era a narrativa oficial.
O que mostra a pesquisa
Pesquisadores, incluindo um levantamento de um instituto de economia internacional, analisaram os efeitos das tarifas de importação implementadas pelos EUA e concluíram que cerca de 96% do custo dessas tarifas foi arcado por consumidores e empresas americanas, em vez de ser absorvido por vendedores estrangeiros ou governos parceiros. Isso leva a uma elevação dos preços ao consumidor interno, funcionando efetivamente como um imposto sobre o consumo nos EUA.
Por que isso é considerado um “gol contra”
A expressão “gol contra” tem sido usada para descrever essa dinâmica porque as tarifas, embora apresentadas como proteção à indústria americana ou como forma de transferir custos a outros países, acabaram atingindo principalmente o bolso dos próprios americanos. Essa situação contraria a afirmação de que tarifas seriam pagas por importadores estrangeiros, evidenciando que os preços internos podem subir quando impostos adicionais sobre produtos importados são repassados na cadeia de custos.
Economistas destacam que, quando os EUA impõem tarifas, importadores americanos pagam o imposto inicialmente, e os custos frequentemente são repassados ao consumidor final através de preços mais altos. Isso pode reduzir o poder de compra das famílias e afetar o consumo de produtos importados e aqueles que dependem de cadeias globais de produção.
Efeito mais amplo no mercado e na economia
A repercussão do estudo tem gerado debates sobre a eficácia da política tarifária como ferramenta de proteção comercial, especialmente em um cenário de tensões econômicas e conflitos diplomáticos. Afinal, se a maior parte do peso financeiro é suportada pelos próprios cidadãos americanos, a estratégia pode ter efeitos menos vantajosos do que os objetivos anunciados pelos formuladores de políticas.






































































