A Justiça Eleitoral brasileira atua como pilar institucional do processo democrático, sendo responsável por garantir eleições transparentes e legalmente válidas.
A Justiça Eleitoral exerce funções fundamentais para a manutenção da democracia no Brasil. Criada para organizar e fiscalizar os processos eleitorais, ela atua desde o alistamento de eleitores até a diplomação dos candidatos eleitos. Seu papel institucional envolve garantir que o voto seja respeitado, que as regras sejam cumpridas e que disputas eleitorais ocorram dentro dos limites legais.
Entre as principais atribuições da Justiça Eleitoral está o cadastro eleitoral, que organiza os dados dos eleitores e assegura a regularidade do direito ao voto. Além disso, o órgão é responsável pela organização das eleições, incluindo definição de calendários, logística de urnas eletrônicas e apuração dos votos. Esse conjunto de ações permite que o processo eleitoral ocorra de forma padronizada em todo o território nacional.
Outro aspecto relevante é a fiscalização de campanhas e partidos políticos. A Justiça Eleitoral acompanha o financiamento eleitoral, analisa prestações de contas e pode aplicar sanções em casos de irregularidades. Essa atuação busca reduzir abusos econômicos e preservar a igualdade de condições entre os concorrentes.
O órgão também atua no julgamento de conflitos eleitorais, como ações por propaganda irregular, abuso de poder político ou econômico e questionamentos sobre registros de candidatura. Esses julgamentos contribuem para a estabilidade do sistema democrático ao oferecer canais institucionais para resolução de disputas.
Nos últimos anos, a Justiça Eleitoral ampliou sua atuação no combate à desinformação, especialmente durante períodos eleitorais. Medidas de monitoramento e decisões judiciais têm sido adotadas para conter a disseminação de conteúdos que possam comprometer a integridade do processo eleitoral.
Dessa forma, a Justiça Eleitoral não se limita à organização técnica das eleições, mas atua como garantidora das regras democráticas, reforçando a confiança institucional no sistema político brasileiro.




































































