O empresário americano Graham Walker distribuiu bônus de pelo menos US$ 443 mil para cada funcionário após vender sua empresa, a Fibrebond, como parte de uma condição na negociação que beneficiou diretamente os trabalhadores.
Walker negociou a venda da Fibrebond — que fabrica invólucros para equipamentos elétricos — para a empresa Eaton por US$ 1,7 bilhão, e estabeleceu que 15 % do valor da negociação fosse destinado aos 540 funcionários da empresa. Esses pagamentos somam cerca de US$ 240 milhões e serão feitos ao longo de cinco anos desde que os trabalhadores permaneçam na empresa.
Segundo informações divulgadas, os funcionários não eram sócios e não tinham ações, mas receberam os valores como forma de agradecimento pela lealdade e dedicação ao longo dos anos, especialmente durante períodos difíceis da empresa. Alguns receberam quantias ainda maiores devido ao tempo de serviço.
Os trabalhadores foram surpreendidos com a notícia do bônus. Muitos expressaram emoção ao receber os valores, que foram descritos como capazes de mudar vidas e proporcionar maior segurança financeira. Alguns aproveitaram o dinheiro para pagar dívidas, quitar hipotecas, financiar a educação ou investir em projetos pessoais, enquanto outros usaram o recurso para viagens ou reforçar a aposentadoria.
A iniciativa de Walker foi vista como uma forma de reconhecer a contribuição dos funcionários para o crescimento e a trajetória da empresa, que enfrentou desafios ao longo de sua história e se consolidou antes da venda.


































































