Governo federal confirmou datas de pagamento do Bolsa Família para janeiro de 2026, mantendo tradição de realizar depósitos nos últimos dez dias úteis do mês. Para famílias que contam com esse recurso para organizar despesas do início de ano, liberação começa no dia dezenove de janeiro. Processo segue modelo escalonado que ajuda evitar sobrecarga nos canais de atendimento e garante que todos recebam com segurança.
Recebimento do benefício é definido pelo último algarismo do Número de Identificação Social. Em janeiro, primeiros a terem dinheiro liberado são aqueles com final um, no dia dezenove. A partir daí, a cada dia útil, novo grupo é contemplado. Quem tem NIS com final dois recebe no dia vinte, seguido pelos finais três e quatro nos dias vinte e um e vinte e dois, respectivamente. Cronograma avança até dia trinta de janeiro quando beneficiários com NIS final zero encerram pagamentos do mês.
Formas de movimentação
Movimentação do dinheiro pode ser feita totalmente digital, pagando boletos e fazendo transferências pelo celular através do aplicativo Caixa Tem. Quem prefere dinheiro em espécie pode realizar saque em casas lotéricas, correspondentes bancários ou caixas eletrônicos utilizando cartão do programa ou código gerado no aplicativo. Flexibilidade atende diferentes perfis de beneficiários incluindo aqueles com menor familiaridade com tecnologia.
Vale lembrar que embora calendário siga dias úteis, valores depositados aos sábados e segundas-feiras podem aparecer no aplicativo Caixa Tem com antecedência para alguns usuários. Consulta prévia permite planejamento mais adequado das compras e compromissos familiares, evitando deslocamentos desnecessários a agências bancárias ou lotéricas.
Manutenção do benefício
Para não ter surpresas desagradáveis com bloqueio do pagamento, é fundamental manter dados no Cadastro Único sempre atualizados. Qualquer mudança de endereço, de renda ou na escola das crianças deve ser informada ao CRAS do município o quanto antes. Além do cadastro, programa exige cumprimento de condicionalidades de saúde e educação.
Crianças e adolescentes devem manter frequência escolar mínima de oitenta e cinco por cento e carteira de vacinação atualizada conforme calendário do Ministério da Saúde. Descumprimento pode resultar em advertências, bloqueios temporários ou até cancelamento definitivo do benefício, prejudicando família inteira por falhas evitáveis com acompanhamento adequado.































































