ano de 2026 será marcado por eleições em dezenas de países, em meio a um cenário internacional de instabilidade política e econômica.
Ao menos 58 países terão eleições em 2026, segundo levantamentos internacionais. Esse número expressivo ocorre em um contexto de crise global, caracterizado por conflitos armados, desaceleração econômica e tensões institucionais. O cenário amplia a complexidade dos processos eleitorais.
Em diversas regiões, as eleições ocorrem sob desafios relacionados à segurança, à confiança nas instituições e à participação popular. Países enfrentam dificuldades para garantir processos eleitorais estáveis em meio a disputas internas e pressões externas.
A economia é um tema recorrente nas campanhas, com inflação, desemprego e políticas fiscais influenciando o comportamento do eleitorado. Em alguns casos, crises econômicas têm impacto direto na legitimidade dos governos e no fortalecimento de movimentos de oposição.
Outro ponto relevante é o papel da tecnologia. Plataformas digitais têm ampliado o alcance das campanhas, mas também gerado preocupações sobre manipulação de informações e interferência externa. Autoridades eleitorais buscam mecanismos para mitigar esses riscos.
Organizações internacionais acompanham esses processos com atenção, destacando a importância da transparência e da observação eleitoral independente. A realização de eleições confiáveis é vista como elemento central para a estabilidade política.
Assim, as eleições globais de 2026 refletem tanto a diversidade de sistemas políticos quanto os desafios compartilhados em um mundo interconectado.



































































