Empresária no RS que foi alvo de busca e apreensão nega ligação com fraude ligada ao Banco Master

Empresária no RS que foi alvo de busca e apreensão nega ligação com fraude ligada ao Banco Master

Uma empresária no Rio Grande do Sul que teve sua casa ou empresa alvo de mandados de busca e apreensão no âmbito de uma investigação relacionada ao Banco Master negou que tenha qualquer ligação com supostas fraudes financeiras em apuração pela Polícia Federal.

A ação faz parte da segunda fase da Operação Compliance Zero, deflagrada pela PF para aprofundar a investigação de supostas irregularidades e crimes como gestão fraudulenta de instituição financeira, organização criminosa e lavagem de dinheiro envolvendo o Banco Master e pessoas ligadas ao seu quadro societário ou a negócios do banco.

Operação mais ampla contra o Banco Master

A Operação Compliance Zero é uma investigação que já levou à execução de dezenas de mandados de busca e apreensão em vários estados, incluindo São Paulo, Bahia, Rio de Janeiro, Minas Gerais e o Rio Grande do Sul, além do bloqueio de bens e valores que ultrapassam bilhões de reais.


A PF começou essa fase para coletar provas de supostas fraudes financeiras e desvios de recursos, que vêm sendo apuradas como parte de operações que envolvem sofisticados mecanismos de emissão de títulos e fundos de investimento, segundo autoridades.

Declaração da empresária

Em resposta à ação policial, a empresária afirmou que não tem qualquer envolvimento com irregularidades ou fraudes e que está colaborando com as autoridades conforme solicitado. A defesa dela também ressaltou que a presença de mandados de busca e apreensão não significa condenação ou responsabilização automática. (com base em informações relacionadas ao caso)

Desdobramentos da investigação

A ação no RS integra um conjunto de diligências que buscam esclarecer a extensão das supostas irregularidades no Banco Master, cujo fundador e outros executivos já foram alvos de investigações nos últimos meses. As autoridades financeiras e judiciais continuam a reunir elementos para definir responsabilidades e seguir com a investigação conforme a legislação brasileira.

Possíveis próximos passos

As autoridades da Polícia Federal e do Ministério Público podem usar as informações coletadas nas buscas para aprofundar acusações, inclusive com a possibilidade de representações por medidas cautelares adicionais ou pedidos de bloqueio de bens. A investigação ainda está em andamento e não há conclusão final sobre culpa ou responsabilidade dos envolvidos.