Falar sobre liderar a Geração Z é quase como falar de um idioma novo no mercado de trabalho. Essa geração, nascida entre o fim dos anos 1990 e o início dos 2010, cresceu com internet, velocidade e propósito. Querem liberdade, impacto e significado no que fazem. Mas junto com tudo isso vem o desafio: como liderar pessoas que não se contentam com “é assim porque sempre foi”?
Muitos gestores reclamam que os jovens de hoje são impacientes, que não sabem lidar com pressão, que trocam de emprego rápido demais. E é verdade, em partes. A Geração Z realmente tem menos tolerância a ambientes engessados, a lideranças autoritárias e a rotinas sem propósito. Só que o erro está em tentar moldá-los à força, em vez de aprender a canalizar o que eles têm de melhor.
A verdade é que essa geração traz uma energia que pode revolucionar qualquer time. Eles pensam fora da caixa, são nativos digitais e valorizam autenticidade. O segredo é transformar o que parece “dificuldade” em combustível. Impaciência, por exemplo, pode virar proatividade quando há metas claras e feedbacks constantes. A busca por propósito pode ser direcionada para projetos que gerem impacto real. E a necessidade de autonomia pode ser a base para desenvolver profissionais mais criativos e responsáveis.
Para isso, o líder precisa deixar o controle de lado e assumir o papel de guia. Crie espaços de diálogo, ouça mais, envolva o time nas decisões e ofereça desafios que façam sentido. A Geração Z não quer apenas seguir ordens, quer participar da construção. E quando se sente parte, entrega mais do que se espera.
No fim das contas, liderar a Geração Z não é um problema: é uma oportunidade de evoluir como líder. Porque quem aprende a engajar uma geração que questiona tudo, está preparado para liderar qualquer uma.
E você, tem tentado controlar a Geração Z ou está aprendendo a caminhar com ela? Compartilhe suas experiências e desafios nos comentários!





































































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