O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, **Geraldo Alckmin, afirmou que o governo brasileiro espera que o acordo comercial entre o **Mercosul e a União Europeia (UE) entre em vigor no segundo semestre de 2026, após aprovação nos parlamentos e ratificações internas das partes envolvidas.
Alckmin destacou a importância do tratado — considerado um dos maiores acordos comerciais do mundo, integrando blocos econômicos com cerca de 720 milhões de pessoas e um PIB conjunto superior a US$ 22 trilhões — para ampliar comércio e incentivar investimentos entre os países.
Andamento do acordo
O tratado, que teve suas negociações concluídas após mais de duas décadas, foi aprovado pelo Conselho da UE e aguarda passos finais para assinatura formal e ratificação interna pelos Estados-membros da União Europeia e pelos países do Mercosul, incluindo o Brasil.
Segundo Alckmin, depois de assinado, o projeto de lei que internaliza o acordo no Brasil deverá ser aprovado pelo Congresso Nacional no primeiro semestre de 2026, abrindo caminho para que as regras comerciais passem a valer ainda no segundo semestre.
Expectativas do governo
A expectativa oficial é que a tramitação das aprovações legais e ratificações internas “caminhem de forma célere”, permitindo que o Mercosul e a UE implementem o acordo dentro do cronograma estimado pelo Executivo.
O vice-presidente ressaltou que a eliminação gradual de tarifas e barreiras comerciais em diferentes setores econômicos deve beneficiar exportadores brasileiros, além de abrir amplas oportunidades para produtos europeus no mercado sul-americano.
Desafios e próximos passos
Apesar dos avanços recentes, a entrada em vigor ainda depende de ratificação pelo Parlamento Europeu e dos processos legislativos internos nos países do Mercosul, etapas que podem impactar o cronograma se houver atrasos ou exigências adicionais.
Encerramento
Com a expectativa de entrada em vigor no segundo semestre de 2026, o acordo Mercosul-UE pode transformar a relação comercial entre os dois blocos e reforçar a integração econômica global, caso os trâmites legais nos parlamentos e governos sejam concluídos conforme as projeções do governo brasileiro.




































































