As Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) do Distrito Federal entraram no ano de 2026 com um balanço positivo de expansão e investimentos em infraestrutura. Sob a gestão do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF), a rede registrou um aumento na capacidade assistencial e a implementação de novos protocolos que agilizam o atendimento de urgência e emergência.
Expansão de leitos e novos equipamentos
Ao longo do último ano, o governo investiu na ampliação das salas amarelas e vermelhas em unidades estratégicas como as de Ceilândia, Recanto das Emas e Sobradinho. Além da infraestrutura física, houve uma renovação tecnológica com a entrega de novos aparelhos de raio-X digital, ventiladores pulmonares e monitores multiparamétricos de última geração.
Essas melhorias permitiram que a rede absorvesse uma demanda crescente, reduzindo o tempo de espera para a estabilização de pacientes críticos antes da transferência para hospitais de alta complexidade. A modernização também incluiu a digitalização completa dos prontuários, facilitando o histórico clínico do paciente em toda a rede de saúde.
Capacidade assistencial e recursos humanos
O balanço divulgado aponta que as 13 UPAs geridas pelo IgesDF realizaram milhões de atendimentos em 2025, mantendo uma alta taxa de resolutividade. Para sustentar esse volume, o GDF reforçou o quadro de pessoal com a convocação de médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem, além de implementar programas de treinamento contínuo em suporte avançado de vida.
O foco para 2026 é a consolidação do modelo de gestão que prioriza a classificação de risco rigorosa. Esse sistema garante que casos graves sejam atendidos imediatamente, enquanto pacientes com sintomas leves são orientados, em alguns casos, para as Unidades Básicas de Saúde (UBS), otimizando o fluxo nas emergências.
Projetos para o novo ano
Entre as metas para o primeiro semestre de 2026 está a conclusão de reformas estruturais em unidades remanescentes e a expansão do projeto “UPA Inteligente”, que utiliza inteligência artificial para monitorar o estoque de medicamentos e insumos em tempo real, evitando desabastecimentos.
A integração com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) também foi aprimorada, com sistemas de comunicação direta que permitem à equipe médica da UPA se preparar para a chegada de pacientes graves antes mesmo da ambulância estacionar na unidade.
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