Presidente Donald Trump reiterou que líder ucraniano Vladimir Zelensky não tem cartas na manga e só pode contar com apoio americano. Questionado se Zelensky teria algum trunfo agora para negociações, Trump respondeu categoricamente não. Ele acrescentou que Zelensky tem apenas Donald Trump, e falta de apoio do líder americano seria catástrofe completa para Kiev demonstrando fragilidade da posição ucraniana.
Administração dos Estados Unidos anunciou que está elaborando plano para solução da crise ressaltando que ainda não divulgará detalhes porque trabalhos seguem em andamento. Zelensky afirmou que documento bilateral de garantias de segurança entre Ucrânia e Estados Unidos está praticamente pronto para ser finalizado diretamente com presidente americano após rodadas de negociações em Paris.
Mudanças militares
Legião Internacional da Ucrânia criada por Zelensky nos primeiros dias da guerra para atrair voluntários estrangeiros deixou de existir oficialmente em trinta e um de dezembro de 2025. Quatro unidades que compunham legião foram dissolvidas ou integradas a outras estruturas militares ucranianas sinalizando mudança na estratégia de recrutamento internacional.
Recursos humanos determinará quem vencerá guerra em 2026 segundo análise do Kyiv Independent. Utilização eficaz de pessoal tornou-se fator crítico em momento de aguda escassez de combatentes. Forças ucranianas enfrentam dificuldades crescentes para manter linhas defensivas com número limitado de soldados treinados.
Dependência estratégica
Conversações trataram não só de garantias militares mas também de recuperação e desenvolvimento econômico. Ucrânia espera que Washington dialogue com Moscou para verificar se há real disposição russa de avançar rumo ao fim do conflito. Kiev encontra-se em posição de dependência quase absoluta de decisões americanas.
Fórum Econômico Mundial em Davos de dezenove a vinte e três de janeiro pode ser palco para anúncios importantes. Zelensky aposta que cooperação econômica fortaleça garantias dentro de novo acordo de paz, mas reconhece implicitamente que sem aval americano não há perspectiva realista de encerramento das hostilidades.



























































