Os Estados Unidos anunciaram neste sábado, 10 de janeiro de 2026, que lançaram ataques em larga escala contra o grupo Estado Islâmico (ISIS) em várias regiões da Síria como retaliação a um ataque de dezembro passado que matou dois soldados americanos e um intérprete civil, segundo o Comando Central das Forças Armadas dos EUA.
A ofensiva, parte da Operação Hawkeye Strike, alcançou múltiplos alvos ligados ao Estado Islâmico, incluindo posições suspeitas de abrigar combatentes, infraestrutura e armamentos remanescentes do grupo no território sírio. A campanha faz parte de uma série de ações militares que os EUA vêm conduzindo desde dezembro em resposta ao ataque que ocorreu em 13 de dezembro de 2025, em Palmira, no centro da Síria.
Contexto e motivos da ofensiva
O ataque de retaliação desta semana é resultado de uma emboscada atribuída ao Estado Islâmico na qual dois soldados dos Estados Unidos e um intérprete civil americano foram mortos enquanto atuavam na região junto a forças parceiras. A Operação Hawkeye Strike foi iniciada originalmente em dezembro de 2025 como resposta direta a esse incidente, com ofensivas anteriores atingindo dezenas de alvos do grupo extremista.
O Comando Central dos EUA (CENTCOM) afirmou que os ataques procuram impedir novos atentados contra tropas americanas e aliados, além de desmantelar células e bases de apoio do Estado Islâmico ainda ativas na Síria, apesar da derrota territorial do grupo nos anos anteriores.
Operação Hawkeye Strike e presença militar americana
A Operação Hawkeye Strike envolve bombardeios aéreos e ataques coordenados com forças parceiras, e já havia sido empregada em dezembro com ofensivas que atingiram dezenas de alvos estratégicos, incluindo depósitos de armas e centros de comando do ISIS. As ações desta semana estendem esse esforço como parte da postura dos EUA de responder com força a ataques que causem vítimas entre seus militares.
Até o momento, não foram divulgados números oficiais sobre mortos ou feridos nos ataques mais recentes, nem do lado do Estado Islâmico nem entre civis ou forças envolvidas. Autoridades americanas e aliadas mantêm a operação em andamento, destacando que ataques contra forças estrangeiras serão sempre respondidos com medidas militares decisivas.


































































