📰 Lula manda abrir processo para expulsão de servidor da CGU após agressão contra mulher e criança no DF
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou a abertura imediata de processo administrativo para a expulsão de um servidor da Controladoria-Geral da União (CGU) acusado de agredir a ex-namorada e o filho dela, de apenas quatro anos, em Águas Claras, no Distrito Federal.
A decisão foi anunciada nesta quinta-feira (25) por meio de publicação oficial nas redes sociais do presidente. Lula classificou o episódio como “inadmissível” e afirmou que o caso exige uma resposta firme do Estado, por envolver um servidor público federal.
Segundo o presidente, a ordem foi repassada diretamente ao ministro Vinícius Marques de Carvalho, atual controlador-geral da União, para que seja instaurado processo interno com vistas à responsabilização e desligamento do agressor do serviço público.
“Não vamos fechar os olhos aos agressores de mulheres e crianças, estejam eles onde estiverem, ocupem as posições que ocuparem. Um servidor público deve ser exemplo de conduta dentro e fora do local de trabalho”, afirmou Lula.
📌 Agressão foi registrada por câmeras de segurança
O caso ocorreu na noite do dia 7 de dezembro e foi registrado por câmeras de segurança do prédio onde a vítima reside. As imagens mostram o momento da agressão, que envolveu tanto a mulher quanto a criança.
O suspeito foi identificado como David Cosac Junior, de 50 anos, analista de sistemas da CGU. A Polícia Civil do Distrito Federal investiga o caso, mas até o momento não informou se houve prisão.
A abertura do processo administrativo ocorre de forma paralela às investigações criminais, que seguem em andamento.
🚨 Tolerância zero à violência
O posicionamento do presidente reforça a política de tolerância zero contra a violência doméstica e infantil, especialmente quando envolve agentes públicos.
A CGU ainda não divulgou nota oficial detalhando os próximos passos do processo disciplinar, mas, conforme a legislação, casos dessa natureza podem resultar em demissão a bem do serviço público, além de responsabilização criminal.
































































