Lissa Martins, do Rouge, pede ajuda e oportunidades de trabalho após perda do marido
A cantora Lissa Martins, conhecida nacionalmente por integrar o grupo Rouge, fez um desabafo emocionado ao falar sobre o momento delicado que vive desde a morte do marido, JP Mantovani, vítima de um acidente de carro neste ano. A artista participou de uma entrevista no canal “AMAR Por Mariana Kupfer”, onde falou abertamente sobre luto, maternidade, dificuldades financeiras e a busca por trabalho.
Visivelmente emocionada, Lissa afirmou que não tem sido fácil lidar com as mudanças abruptas em sua vida. Segundo ela, a entrevista representa também um exercício de coragem e humildade. “Se eu pudesse, estaria trancada no meu quarto para colocar tudo isso para fora. Mas tenho uma filha para criar, uma casa para terminar, e estou aqui para pedir ajuda”, declarou.
Quando o marido faleceu, o casal estava em meio à construção de uma casa em São Paulo. Desde então, as obras foram interrompidas. Lissa explicou que precisou priorizar a saúde emocional e os cuidados com a filha, Antonella, de oito anos. Agora, ela busca apoio financeiro e parcerias para retomar o projeto.
A cantora revelou que estuda transformar a finalização da obra em um projeto audiovisual, nos moldes de um reality documental, e procura empresas interessadas em patrocinar ou participar da iniciativa. “Estou aberta a parcerias e apoio para conseguir concluir esse sonho”, afirmou.
Além das dificuldades pessoais, Lissa também falou sobre sua situação profissional. Ela se afastou da turnê do espetáculo Divas para reorganizar a carreira de forma compatível com a rotina da filha. O objetivo, segundo a artista, é encontrar trabalhos que permitam conciliar maternidade e música.
“Estou procurando oportunidades para cantar em eventos, projetos pontuais, algo que me permita estar presente na vida da minha filha: levá-la à escola, buscá-la, trabalhar e voltar para casa”, explicou.
Mesmo em meio ao luto, Lissa reforçou que deseja seguir ativa artisticamente, desde que alinhada a novos propósitos. Em 2026, ela deve participar da gravação de um documentário sobre o Rouge, o que marca um reencontro simbólico com sua trajetória artística.
“Estou em busca de trabalho e de pessoas que enxerguem minha história como algo que também carrega propósito”, concluiu.






































































