Guerra na Faixa de Gaza completa terceiro ano com mais de sessenta e sete mil palestinos mortos e cento e setenta mil feridos segundo autoridades de saúde locais. Do lado israelense são mil e seiscentos e sessenta e cinco mortos, mil e duzentos nas primeiras horas do ataque do Hamas. Quarenta e oito reféns permanecem em Gaza dos quais vinte estariam vivos.
Desproporção da resposta israelense gerou revolta internacional. ONU declarou genocídio. Tribunal Penal Internacional emitiu mandados contra Netanyahu e ex-ministro da Defesa por crimes de guerra cometidos de outubro de 2023 a maio de 2024.
Crise humanitária severa
Cerco israelense impede chegada de ajuda. Mil e oitocentos e cinquenta e sete palestinos morreram buscando comida em esquema de distribuição apoiado por Washington e Tel Aviv desde maio de 2025. Uma a cada três pessoas passa dias sem comer e trezentas e vinte mil crianças enfrentam risco de desnutrição aguda segundo Unicef.
Sessenta e três por cento de edifícios destruídos ou danificados tornando Faixa inabitável. Oitenta e sete por cento de escolas comprometidas privando mais de dez mil estudantes e quatrocentos e quarenta e um funcionários mortos. Oitenta e quatro por cento de instalações de saúde danificadas colapsando sistema médico.
Negociações retomam
Trump apresentou plano prevendo libertação de reféns israelenses, prisioneiros palestinos e desarmamento do Hamas que não poderá governar. Grupo de lideranças estrangeiras comandaria transição. Delegações iniciam negociações indiretas focando primeira fase envolvendo troca de reféns.
Brasil defende criação do Estado palestino com presidente Lula cobrando posição mais firme da ONU. Mais de cento e quarenta países apoiam proposta mas Estados Unidos barram no Conselho de Segurança mantendo status quo que perpetua ocupação e sofrimento de milhões de palestinos.






























































