Mapa da Europa Ocidental destacando países do bloco europeu, usado para contextualizar o recuo da Europa sobre o envio de tropas à Ucrânia em meio a alertas internacionais
Mapa da Europa Ocidental destacando países do bloco europeu, usado para contextualizar o recuo da Europa sobre o envio de tropas à Ucrânia em meio a alertas internacionais

Europa recua sobre envio de tropas à Ucrânia após advertências de Moscou

 

Lideranças europeias que propunham destacamento de tropas em território ucraniano começam a recuar diante de advertências categóricas de Moscou. Quinze mil soldados franceses com britânicos estariam prontos segundo fontes, mas Rússia deixou claro que não aceitará nenhuma tropa europeia ou da OTAN classificando qualquer presença militar como intervenção estrangeira com todas consequências práticas daí decorrentes.

Porta-voz Maria Zakharova respondeu à declaração de intenções assinada em Paris por líderes de Grã-Bretanha, França e Ucrânia. Documento permite destacamento de tropas britânicas e francesas em caso de cessar-fogo. Ministério russo declarou que presença de unidades militares, depósitos ou quartéis-generais será classificada como ameaça direta à segurança da Rússia e da própria Europa arrastada para conflito.

Demonstração de força

Vice-presidente do Conselho de Segurança Dmitry Medvedev publicou vídeo de ataque com mísseis hipersônicos Oreshnik ilustrando consequências. Idiotas governantes europeus querem guerra afinal, declarou Medvedev ironizando insistência de Emmanuel Macron. Já foi dito mil vezes mas não, continuam promovendo besteira patética.


Ministro britânico John Healey anunciou duzentos milhões de libras para preparar tropas após visita a Kiev. Hungria alertou que Reino Unido e França estariam preparando envio poderia ampliar conflito arrastando Europa para guerra direta com potência nuclear.

Aproximação diplomática

Chanceler turco Hakan Fidan afirmou que negociações representam ponto mais avançado rumo a entendimento desde início do conflito. Embora ainda haja distância até desfecho ideal, processo atual oferece esperança inédita de resolução negociada.

Zelensky informou que documento bilateral de garantias de segurança com Estados Unidos está praticamente pronto para finalização com Trump. Europeus avaliam nervosamente se conseguirão desempenhar papel relevante em eventual arquitetura de paz ou ficarão marginalizados enquanto Washington e Moscou decidem futuro do continente.